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domingo, 19 de outubro de 2014

E um pouco de tudo

Prestar atenção em coisas novas nem sempre é tarefa das mais fáceis de acontecer. Mas também, na velocidade cada vez mais assustadora desses tempos é até compreensível.

Aliás, seria melhor ter dito que; simplesmente prestar atenção nos dias atuais não tem sido coisa fácil.

Em tempos de WWW então...

Estamos muito preocupados com as competições, com o destaque e brilho, mesmo que o preço seja o menos nobre possível.

Até os jogos com objetivos coletivos passam a ser reinventados de maneira individual.

As peças de xadrez movem-se não em um sentido de dar um xeque-mate no rei adversário, apenas, mas também no teu próprio rei.

Abrir o olho e tentar se manter longe nem sempre é possível. Mas, nesse tipo de terreno é sempre bom tentar. Sem paranoias, nem confusões.


domingo, 9 de março de 2014

A blitzkrieg das relações

É engraçado quando você se pega pensando no alcance e na magnitude da velocidade voraz das redes sociais.

Engraçado porque poucas sensações conseguem ser tão contraditórias.

O fútil e o genial. Quando não, o fútil é genial.

O leve e o pesado\o sincero e o insincero\o ingênuo e o pedante\o bizarro e o palatável.

A impessoalidade da excessiva pessoalidade, talvez.

Ou o sem sentido pelas multiplicidades de sentido.

De tantas relações... nenhuma.

Uma meta de 20 ou 30 mil ‘’amigos\seguidores’’ faz de você um sub pop diante de seres tão vagamente improváveis no teu cotidiano.

Isso é legal, tem vantagens.

Digo isso pra quem, diferentemente de mim, desenvolveu tanta paciência e se arrisca, ou se deixa levar nessa aventura.

sábado, 29 de junho de 2013

Breve balanço das manifestações no Brasil.

As manifestações contra o aumento das passagens em diversos municípios do território nacional demonstram muito mais que uma insatisfação contra um serviço mal prestado à população. Aliás, falar de transporte público no Brasil é sinônimo de péssima qualidade na maioria dos casos. Os grandes centros
urbanos contam com frotas irregulares, cheias, lentas e ainda obrigam os trabalhadores a deixar uma grande parcela dos seus recebimentos mensais nas mãos dos empresários.

Pesquisas apontam que o gasto com transporte chega a ser o segundo ou terceiro maior gasto para uma família trabalhadora.

O desrespeito ao cidadão é grande. Algumas capitais chegam ao limite do absurdo, com um transporte que simplesmente não funciona, como é o caso da Aracaju, salvador, recife e Brasília. Isso pra ficar em algumas metrópoles.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Paixão\comercio\dinheiro\titulos

Até onde o monopólio global sobre o futebol brasileiro influencia no resultado dos campeonatos?

O torcedor incauto talvez nem se de conta, ou pior, apenas tenha naturalizado o fato de a maior fatia dos patrocínios das cotas de TV para os clubes seja tão desigual.

Corinthians e flamengo nadam de braçadas sobre os demais.

No caso do segundo, a diferença não é sentida em campo pela enorme dívida que o clube possui, algo em torno de 750 milhões de reais.